
Tapetes sob tua existência submissa,
Cobrem teus vitupérios oferecidos à razão,
Certeza variável no domínio da função,
Corpos despojados no leito de uma abcissa,
Erro da ciência exacta que teu desejo cobiça,
Incógnita convertida em seduzida possessão!
Varrem teu corpo para fincados corpetes,
Finas fitas de cetim asfixiam delicados tapetes,
Tez de seda tatuada por mil agulhas de morfina,
Pigmentação irreversível do desígnio providencial,
Ópio injectado em tua prostituída auto-estima,
Renúncia tua servida em orgíacos banquetes,
Oferta sacra dos sacrificados corpos sem ritual,
Enxofre ardendo em esverdeado pus celestial,
Envenenada neblina de tua Alma que por ti definha,
Varrida beleza tua, perdida em tua aura divina,
Vassouras de teu desejo por sexo ornamental,
Sapatos ricos atravessados por mil alfinetes,
Sobre o capacho de teu imerecer natural!
Entrelaçam-se incógnitas de teu lânguido olhar,
Estrangulando o frágil eixo de teus nagalhos,
Das pesadas paralelas que sobre ti juram amar,
Medindo distâncias no gráfico de teus atalhos,
Encontros calculados em pontos de teus retalhos,
Fragmentos levantados em lágrimas de teu chorar,
Imagem que se desvanece no perdão de teu pesar,
Exactos cálculos de tristeza traçada em enxovalhos,
Cálculos enganosos que por ti prometeram jurar,
Quadrantes escorridos de teus baços orvalhos!
Tapete voador por teu corpo alado,
Asas de teus gémeos corações que por ti voam,
Anátemas descoloridos que teu sofrimento entoam,
Perseguindo o futuro que passou de teu esquecido passado,
Na geometria perfeita de um invisível círculo fechado,
Calculada perfeição que sentimentos magoam!
Estendido teu corpo abandonado,
Tapete gasto por incógnitas que nele se limparam,
É uma equação repetida e gasta pelo coeficiente ignorado!
Cobrem teus vitupérios oferecidos à razão,
Certeza variável no domínio da função,
Corpos despojados no leito de uma abcissa,
Erro da ciência exacta que teu desejo cobiça,
Incógnita convertida em seduzida possessão!
Varrem teu corpo para fincados corpetes,
Finas fitas de cetim asfixiam delicados tapetes,
Tez de seda tatuada por mil agulhas de morfina,
Pigmentação irreversível do desígnio providencial,
Ópio injectado em tua prostituída auto-estima,
Renúncia tua servida em orgíacos banquetes,
Oferta sacra dos sacrificados corpos sem ritual,
Enxofre ardendo em esverdeado pus celestial,
Envenenada neblina de tua Alma que por ti definha,
Varrida beleza tua, perdida em tua aura divina,
Vassouras de teu desejo por sexo ornamental,
Sapatos ricos atravessados por mil alfinetes,
Sobre o capacho de teu imerecer natural!
Entrelaçam-se incógnitas de teu lânguido olhar,
Estrangulando o frágil eixo de teus nagalhos,
Das pesadas paralelas que sobre ti juram amar,
Medindo distâncias no gráfico de teus atalhos,
Encontros calculados em pontos de teus retalhos,
Fragmentos levantados em lágrimas de teu chorar,
Imagem que se desvanece no perdão de teu pesar,
Exactos cálculos de tristeza traçada em enxovalhos,
Cálculos enganosos que por ti prometeram jurar,
Quadrantes escorridos de teus baços orvalhos!
Tapete voador por teu corpo alado,
Asas de teus gémeos corações que por ti voam,
Anátemas descoloridos que teu sofrimento entoam,
Perseguindo o futuro que passou de teu esquecido passado,
Na geometria perfeita de um invisível círculo fechado,
Calculada perfeição que sentimentos magoam!
Estendido teu corpo abandonado,
Tapete gasto por incógnitas que nele se limparam,
É uma equação repetida e gasta pelo coeficiente ignorado!
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