sexta-feira, 14 de janeiro de 2011


4 comentários:

epee disse...

"Sem título" conduz ao caminho do novo uniVerso de DiVerso.

Tem na chama, que não se apaga nunca, a característica principal da poesia diVersa, no estado "d'Alma" que ilumina e liberta.




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Com saudade, confesso, de KrystalDiVerso.

epee disse...

Saber ler e escrever torna-nos alfabetizados. Quem pinta, é chamado de pintor. Quem borda, de bordadeira. Quem pratica a medicina, de médico. Quem pesquisa, pesquisador. Quem escreve crônicas, cronista.Quem faz poemas, poeta. E assim, a denominação profissional se desenrola dentro das tarefas executadas profissionalmente.

E o que determina uma profissão? O emprego de onde se provém o sustento para si e aos seus? Ou, também, um meio de realização, através de um dom, ou de uma conquista, ou de uma ação, sem vínculo empregatício?

As poesias de KrystalDiVerso variam de acordo com a natureza, da romântica, sem ser piegas aos poemas sociais, como as fases da vida, são diVersas, e se complementam pela serenidade da unidade do pensamento, que como elos, formam correntes que se unem a poesias d’Alma e como tal, são interpretadas e sentidas, também pela alma, do outro.

Ao autor de poesias, o‘poesista’, portanto, tem, como qualquer outro profissional, o dever de exercer sua profissão com responsabilidade. E neste caso, é muito mais dignificante que qualquer outra profissão, sem desmerecer nenhuma delas, óbvio, porque seu objetivo consiste em ‘transpor sentimentos’ e quanto a esses, a responsabilidade é a multiplicidade de desdobramentos de origem íntima, tão íntima que muitas vezes há versos que calam, principalmente se seguidos de reticências.

Quem nunca sofreu por amor, ou pela perda de um ente querido [“Quanta, quanta… Sauddade!”]? Quem nunca foi vítima de injustiça, ou que não tivesse conhecimento dela? Quem nunca soube da fome e da miséria [“Sentam-se costas de cadeiras coladas ao abdome”]? Quem na solidão da vida, em profundo desespero não elevou seus pensamentos aos céus, independente de fé e religião e não pediu abrigo, ou uma palavra que lhe servisse de companhia e comunhão? Quem nunca chorou? E quem nunca foi igualmente tão feliz, mas tão feliz, que sentisse vontade de multiplicar seu contentamento com a humanidade? Quem nunca meditou sobre os valores que permeiam nossas histórias nas páginas dos poemas de ‘KrystalDiverso’ que incitam lágrimas, sorrisos, esperanças e sempre a liberdade de sermos nós mesmos? Quem nunca foi vítima de preconceito, ou que não tivesse presenciado uma cena dessas? Quem nunca, ao ler um verso ‘diVerso’ não se identificou com ele? Quem nunca suspirou por uma rima, diVersa? Quem? Que alma não buscou noutras almas a sua própria alma nas páginas de KrystalDiVerso?

Porque o ‘poesista’ é d’Alma no aroma d’Alma.

Um poema não é apenas um poema. É uma escritura. Uma lei, às vezes. E muitas vezes, a poesia KRYSTALina é verso feito salmo e versículo.

Um privilégio. Ao UniVerso poético, as almas d’Almas. Uma razão. Uma religião. Um benefício. E o mérito.

E concluo que os maiores beneficiados somos nós, seus leitores.

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Obrigada pelo convite, espero saber honrá-lo.

Teresa Alves disse...

Feliz 2013!

Teresa Alves disse...

Toda a Arte está no movimento. Ou na transferência de um lugar a outro, na conversão da matéria em um novo afeto. Meus afetos são leves... são asas, são passos... largos e estreitos... são voos.

Meu respeito. Meu carinho por todos os poemas d'Alma. Por tudo que hoje sei sobre poesia, por tudo que me deixa experimentar... e voar. E até tudo que me tira. O chão. O rumo. O humor. A alegria. E mesmo, às vezes, a vontade de viver, ou de resistir, com a desesperança que leio seus poemas.

Mas que depois, num próximo poema, me devolve mais do que eu mereço.


Obrigada DiVerso.