
Este calor que abafa o discernimento,
É anaeróbio defeito de Agosto,
Entre asfixiante virtude entreposto,
Fugindo ao ensinamento,
Do inalcançável entendimento,
Arquitectado na estrutura do perfeito rosto,
De um intencional arrefecimento!
A virtude é um cubo em arestas de gelo,
Ausente das paredes que o sustentam,
Com ângulos de perspectivas sem apelo,
É ângulo flexível de quebrado cotovelo,
Dor insuportável que soporíferos aguentam,
Fazendo de conta nas contas que inventam,
pertinaz empenho cego de obscuro zelo!
Pobres poetas e outros miseráveis,
Caminham em abraços no prazer da conivência,
Comungam de pão divino que se bifurca,
Afogam-se em sangue de vinhos lastimáveis,
Afagando rostos imaginados de irresistível aparência,
Acordos tácitos de egoísta convergência,
Subtileza manhosa que o incauto deturpa,
Deturpando virtude de defeitos louváveis,
Com o efeito do defeito em virtudes reprováveis,
Que a violência do verbo usurpa,
Visando o fim que o princípio conspurca,
O mesmo princípio de repetida persistência,
Repetindo anáforas de final contingência!
Mas este foi o Mês de Agosto,
O Mês de poucas virtudes... e muitos defeitos,
A denúncia de surpresos conceitos,
A confissão atroz de desconhecido rosto,
Tristeza feliz de alegre desgosto,
O fim inacabado dos Krystais perfeitos!
Agosto, será sempre o Mês de Krystal,
Será DiVerso sem preconceitos,
Será o defeito da virtude natural!...
Apenas o defeito revelado de Agosto,
Na virtude de um Poema... sem rosto?!...
É anaeróbio defeito de Agosto,
Entre asfixiante virtude entreposto,
Fugindo ao ensinamento,
Do inalcançável entendimento,
Arquitectado na estrutura do perfeito rosto,
De um intencional arrefecimento!
A virtude é um cubo em arestas de gelo,
Ausente das paredes que o sustentam,
Com ângulos de perspectivas sem apelo,
É ângulo flexível de quebrado cotovelo,
Dor insuportável que soporíferos aguentam,
Fazendo de conta nas contas que inventam,
pertinaz empenho cego de obscuro zelo!
Pobres poetas e outros miseráveis,
Caminham em abraços no prazer da conivência,
Comungam de pão divino que se bifurca,
Afogam-se em sangue de vinhos lastimáveis,
Afagando rostos imaginados de irresistível aparência,
Acordos tácitos de egoísta convergência,
Subtileza manhosa que o incauto deturpa,
Deturpando virtude de defeitos louváveis,
Com o efeito do defeito em virtudes reprováveis,
Que a violência do verbo usurpa,
Visando o fim que o princípio conspurca,
O mesmo princípio de repetida persistência,
Repetindo anáforas de final contingência!
Mas este foi o Mês de Agosto,
O Mês de poucas virtudes... e muitos defeitos,
A denúncia de surpresos conceitos,
A confissão atroz de desconhecido rosto,
Tristeza feliz de alegre desgosto,
O fim inacabado dos Krystais perfeitos!
Agosto, será sempre o Mês de Krystal,
Será DiVerso sem preconceitos,
Será o defeito da virtude natural!...
Apenas o defeito revelado de Agosto,
Na virtude de um Poema... sem rosto?!...