Noite após noite,
Dia após dia,
Perdido por ti no seio de coisa nenhuma;
Noite após noite,
Sem dias após dias escondidos, a levedar,
Noites, após noites.
Amor!...
Numa queda sem fim,
Até te encontrar,
Até esquecer-me de mim.
Não após não,
Sim após sim,
Apenas Amor,
Dia após dia,
Perdido por ti no seio de coisa nenhuma;
Noite após noite,
Sem dias após dias escondidos, a levedar,
Noites, após noites.
Amor!...
Numa queda sem fim,
Até te encontrar,
Até esquecer-me de mim.
Não após não,
Sim após sim,
Apenas Amor,
Sem dor,
Apenas coração!
Amor é viver,
Saber como o fazer!....
Amor sou eu,
Este esbelto corpo que é meu,
É a força do querer,
À submissão do meu poder, que pensas ser teu!
Amor é matar, trair, conquistar,
É o Ser!...
Amor é morrer!...
É desistir de mim, é… Amar!
É sentir e ser sentido,
Sacrificar teu mundo,
Esquecer um Amigo!...
Apenas coração!
Amor é viver,
Saber como o fazer!....
Amor sou eu,
Este esbelto corpo que é meu,
É a força do querer,
À submissão do meu poder, que pensas ser teu!
Amor é matar, trair, conquistar,
É o Ser!...
Amor é morrer!...
É desistir de mim, é… Amar!
É sentir e ser sentido,
Sacrificar teu mundo,
Esquecer um Amigo!...
Amor?!...
Não chega a tanto,
E é mais do que tal,
É veneno nas veias,
É açúcar no sal,
Uma mosca tecendo teias,
Aranhas de pedra e amantes de cal.
Complacente com a placenta,
Que não assenta,
Em minha silhueta acentuada?!...
Não!... Tenho uma placenta em ti,
Aguardando minha consciência de mim,
Que eu Amo até ao fim;
Amo amar-me,
Amo-me mais ao que podes dar-me,
Amo demasiado, no espelho, as medidas certas,
Para poder amar o Amor que despertas!
Será Amor verdadeiro,
Isto que sinto pelo dinheiro?...
Como?!...
Amar-te se não vais existir,
Amar-te, decisão minha tomada?!...
Amar-te se não vais existir,
Amar-te, decisão minha tomada?!...
Como?!...
Amar-te, se não pudeste resistir,
Amar-te, se não pudeste resistir,
Amar condenação de “coisa” rejeitada?!...
Meu Amor sou eu oferecendo agenesia,
A liberdade conquistada,
Noite após noite, dia após dia.
Como Amar-te, se o Amor que ficou,
Regenera-se por cada prazer que dou?!...
Meu Amor sou eu oferecendo agenesia,
A liberdade conquistada,
Noite após noite, dia após dia.
Como Amar-te, se o Amor que ficou,
Regenera-se por cada prazer que dou?!...
Amor?...
Vai sempre mais além,
É mais do que tal,
Não é veneno nas veias,
Nem açúcar no sal,
Não é uma mosca a tecer teias,
Nem aranhas de pedra e amantes de cal!...
É, para lá do que imaginas, o Melhor,
É Amor, uma razão Maior!
Vai sempre mais além,
É mais do que tal,
Não é veneno nas veias,
Nem açúcar no sal,
Não é uma mosca a tecer teias,
Nem aranhas de pedra e amantes de cal!...
É, para lá do que imaginas, o Melhor,
É Amor, uma razão Maior!